Livro vs Série – 1×09 – The Reckoning

Sassenachs, adentremos ao nono episódio, The Reckoning, que marcou o início da parte dois da primeira temporada. Como observado na semana passada, houve uma pausa de seis meses entre o oitavo e nono episódio, o que fez dele um capítulo muito aguardado. Partiu então para nossa querida análise comparativa entre série e livro.

Uma adaptação pode ser observada logo no início do episódio, quando percebemos que ele é narrado por Jamie. Na realidade, toda a história do primeiro livro é contada exclusivamente do ponto de vista da Claire. No entanto, vale destacar que existe uma Graphic Novel, intitulada The Exile, que é traz a história pelo ponto de vista de Murtagh e Jaime. Ela conta apenas parte da trama do primeiro livro.

Outra mudança, a forma como Claire e Jamie fazem as pazes após o “castigo” que ele aplica nela. Na série, logo vamos para Leoch, onde dentre outras tramas, nossos protagonistas se acertam apenas no fim do episódio. No livro, o percurso até o castelo ainda leva alguns dias, e devido a dificuldade para cavalgar (assim como para ficar sentada), Claire decide caminhar um pouco pela estrada, Jamie faz companhia, e ao longo trajeto conta histórias da sua vida. No fim eles acabam se acertando. Alguns diálogos são aproveitados posteriormente na série, outros não.

Confira um trecho da conversa e de como eles fizeram as pazes:

A princípio, meus músculos maltratados protestaram contra o exercício incomum, mas depois de mais ou menos meia hora comecei a caminhar com bem mais facilidade.
— Amanhã vai se sentir bem melhor — observou Jamie descontraidamente. — Embora só vá poder se sentar facilmente depois de amanhã.
— E o que faz de você um especialista? — disse, lançando-lhe um olhar chispante. — Surra as pessoas frequentemente?
— Bem, não — disse ele, sem se deixar perturbar pela minha atitude. — Foi a primeira vez que fiz isso. Mas tenho considerável experiência na outra ponta.
— Você? — perguntei, admirada. A ideia de alguém pegar um cinto para bater naquela montanha de músculos e tendões era inteiramente impensável. Riu diante da minha expressão.
— Quando eu era um pouco menor, Sassenach. Já tive meu traseiro surrado mais vezes do que poderia contar, entre as idades de 8 e 13 anos. Foi quando fiquei mais alto do que meu pai e ele não pôde mais me fazer debruçar na cerca.
— Seu pai batia em você?
— Ah, muitas vezes. O professor também, é claro, e Dougal ou um dos outros tios de vez em quando, dependendo de onde eu estivesse e do que andara fazendo.
Comecei a ficar interessada, apesar da minha determinação de ignorá-lo.
— O que você fazia?
Riu outra vez, um som baixo mas contagiante no ar tranquilo da noite.
— Bem, não me lembro de tudo. Diria que, de um modo geral, eu merecia. Ao menos, acho que meu pai nunca me bateu injustamente.
Caminhou sem falar por um minuto, pensando.
— Hummm. Vejamos, houve uma vez por apedrejar as galinhas e outra por montar nas vacas e deixá-las agitadas demais para produzirem leite e depois por comer toda a geleia dos bolos, deixando os bolos para trás. Ah, e por deixar os cavalos saírem da estrebaria porque esqueci de trancar o portão. Por atear fogo na palha do pombal, o que foi um acidente, não fiz de propósito. E por perder meus livros escolares, isso eu fiz de propósito, e… — Parou, dando de ombros, enquanto eu ria mesmo contra minha vontade. — Esse tipo de coisas. Mas geralmente era por abrir a boca quando deveria mantê-la fechada.
[…]
— Ora, bem, Sassenach, não sou melhor que a maioria dos homens. Às vezes, eu tento, mas nem sempre consigo. Sabe aquela passagem de São Paulo, onde ele diz que é melhor casar do que arder? Bem, eu estava ardendo muito.
Ri outra vez, sentindo-me alegre como se eu mesma fosse uma menina de 16 anos.
— Então, você se casou comigo — caçoei — para evitar a chance de pecar?
— Sim. É para isso que serve o casamento. Transforma em sacramento coisas que de outro modo você teria que confessar.
Desabei outra vez.
— Ah, Jamie, eu realmente o amo!
Agora foi a vez de ele rir. Dobrou-se às gargalhadas. Em seguida, sentou-se na beira da estrada, chiando de tanto rir. Aos poucos, deixou-se cair de costas e ficou deitado na grama, ofegante e quase engasgando.
— Qual é o seu problema, afinal? — perguntei, fitando-o. Finalmente ele se sentou, limpando os olhos lacrimejantes. Balancei a cabeça, arfando.
— Murtagh tinha razão em relação às mulheres. Sassenach, arrisquei minha vida por você, cometi roubo, incêndio criminoso, assalto e assassinato por sua causa. Em troca, você me xingou, insultou minha masculinidade, chutou-me nos testículos e arranhou meu rosto. Depois bati em você até quase matá-la e lhe conto todas as coisas mais humilhantes que já me aconteceram e você diz que me ama. — Colocou a cabeça nos joelhos e riu ainda mais. Depois, se levantou e estendeu-me a mão, limpando os olhos com a outra. — Você não é muito sensata, Sassenach, mas gosto de você assim mesmo. Vamos embora.
[…]
Como se lesse meus pensamentos, disse, sem me olhar.
— Você sabe… quer dizer, pode entender, talvez, por que achei necessário bater em você?
Esperei um instante antes de responder. Eu compreendia, sim, mas isso não era tudo.
— Compreendo — disse. — E no que diz respeito a isso, eu o perdoo. O que eu não posso perdoar — disse, a voz erguendo-se levemente a despeito de mim mesma — é o fato de você ter se divertido!
Ele se inclinou para a frente na sela, agarrando-se ao arção, e desatou a rir. Alegrou-se com a liberação da tensão antes de finalmente atirar a cabeça para trás e se virar para mim. O céu estava bem mais claro agora e eu podia ver seu rosto, marcado pelo cansaço, pela tensão e pelo júbilo. Os arranhões em sua face estavam negros à luz turva.
— Me diverti! Sassenach — disse ele, ofegante —, você não sabe o quanto eu me diverti. Você estava tão… Meu Deus, você estava linda. Eu estava com tanta raiva e você lutou tão bravamente. Eu odiava machucá-la, mas ao mesmo tempo queria continuar… Meu Deus — disse, interrompendo-se e assoando o nariz. — Sim, eu me diverti. Embora, falando nisso — continuou ele —, você tenha que me dar crédito por ter exercitado a moderação do meu ímpeto.
Comecei a ficar com raiva de novo. Podia sentir meu rosto afogueado na brisa fresca do alvorecer.
— Exercitado a moderação do seu ímpeto, hein? Tive a impressão de que o que você estava exercitando era o seu braço esquerdo bom. Você quase me aleijou, seu escocês arrogante, filho da mãe!
— Se eu quisesse aleijá-la, Sassenach, você saberia — retorquiu ele secamente. — Estou falando de depois. Eu dormi no chão, se você se lembra.
Fitei-o com os olhos apertados, bufando.
— Ah, então foi essa a moderação, não é?
— Bem, não achei direito copular com você naquele estado, por mais que desejasse. E eu desejava ardentemente — acrescentou ele, rindo outra vez. — Uma pressão terrível nos meus instintos naturais.
— Copular comigo? — repeti, distraída pela expressão.
— Não poderia chamar isso de “fazer amor” naquelas circunstâncias, não é?
— Seja como for que chame a isso — disse sem me alterar —, ainda bem que não tentou ou agora estaria sentindo falta de algumas partes valiosas de sua anatomia.
— Esse pensamento me ocorreu.
— E se acha que merece elogios por ter tão nobremente se contido a não cometer estupro em seguida a uma agressão…— engasguei de raiva.
Cavalgamos uns oitocentos metros em silêncio. Então, ele soltou um suspiro.
— Vejo que não devia ter começado esta conversa. O que eu estava tentando fazer era dar um jeito de lhe perguntar se me permitiria compartilhar sua cama outra vez, quando chegarmos a Bargrennan. — Parou, envergonhado. — É meio frio no chão.
Cavalguei por uns bons cinco minutos antes de responder. Quando resolvi o que iria dizer, puxei as rédeas do cavalo, atravessando-o na estrada, para forçar Jamie a parar também. Bargrennan estava à vista, os telhados das casas apenas visíveis na aurora.
Fiz meu cavalo ficar paralelo ao dele, de modo que eu não ficasse a mais de trinta centímetros de Jamie. Fitei-o diretamente nos olhos por um minuto antes de responder.
— Me dará a honra de compartilhar minha cama, oh, senhor e mestre? — perguntei formalmente.
Obviamente suspeitando de alguma coisa, meditou um instante, depois assentiu, igualmente formal:
— Sim. Obrigado.
Erguia as rédeas para partir, quando eu o detive.
— Só uma coisa, senhor — disse, ainda formalmente.
— Sim?
Tirei a mão num gesto rápido do bolso oculto de minha saia e a luz da alvorada lançou faíscas da lâmina da adaga pressionada contra o seu peito.
— Se — disse entre dentes cerrados — você algum dia erguer a mão para mim outra vez, James Fraser, vou arrancar seu coração e fritá-lo para o desjejum!
Fez-se um longo silêncio, quebrado apenas pelos movimentos e rangidos dos cavalos e dos arreios. Então, ele estendeu a mão, a palma para cima.
— Dê-me isso. — Quando hesitei, ele disse impacientemente: — Não vou usá-la em você. Dê-me isso!
Segurou a adaga pela lâmina, para cima, de modo que o sol nascente atingisse a pedra-dalua no cabo e a fizesse brilhar. Segurando a adaga como um crucifixo, recitou alguma coisa em gaélico. Reconheci as palavras da cerimônia de juramento no salão de Colum, mas ele as seguiu com a tradução em inglês para meu proveito:
— Juro, sobre a cruz de meu Senhor Jesus e pelo ferro sagrado que empunho, que lhe dou minha fidelidade e lhe juro lealdade. Se algum dia minha mão for erguida contra você, por raiva ou rebeldia, peço que este metal sagrado possa perfurar meu coração. Beijou a adaga na junção entre o cabo e a lâmina e devolveu-a a mim.
— Não faço ameaças vãs, Sassenach — disse ele, erguendo uma das sobrancelhas. — E também não faço promessas fúteis. Agora, podemos ir para a cama?

Toda a trama entre os irmãos Mackenzie, sobre o ouro jacobita, também é exclusiva da série. O retorno a Leoch em si é focado em Claire e Jamie. Uma grande diferença, por exemplo, é que, ao chegar ao castelo, Jamie vai até seu tio pedindo seu dote de casamento, o qual ele tinha direito graças a um acordo entre Collum e os pais de Jamie. Com o dinheiro em mãos, ele compra uma aliança para Claire, o anel de prata com cardos escoceses, que vemos na quarta temporada. No entanto há certa confusão, ciúme e discussão, que levam nosso casal a brigar de novo. Dessa vez eles logo fazem as pazes, porém de um jeito mais “selvagem”. A série optou por compactar a história, que fez sentido dentro de sua narrativa. Confira um trecho de Claire e Jamie em Leoch:

— Bem, você não foi muito lisonjeira comigo, mas não posso culpá-la por suas observações. — Respirou fundo e recostou-se na cama, abrindo os punhos cerrados. Esticou os dedos, depois colocou as mãos espalmadas sobre os joelhos e olhou-me diretamente nos olhos. — O que é, então? Por que está fazendo isso? A garota? Eu lhe contei a pura verdade neste caso. Mas não é uma questão de prova. É uma questão de você acreditar em mim ou não. Acredita em mim?
— Sim, acredito em você — admiti, a contragosto. — Mas não é isso. Ao menos, isso não é tudo — acrescentei, tentando ser sincera. — É… Acho que é ver que você se casou comigo pelo dinheiro que vai ganhar. — Abaixei os olhos, percorrendo os desenhos da colcha com o dedo. — Sei que não tenho nenhum direito de reclamar, eu também me casei com você por razões egoístas, mas… — Mordi o lábio e engoli em seco para estabilizar minha voz. — Mas tenho um pouco de orgulho também, sabe.
Lancei-lhe um rápido olhar de esguelha e o vi fitando-me com uma expressão de absoluta surpresa.
— Dinheiro? — perguntou ele, estupefato.
— Sim, dinheiro! — exclamei, exaltando-me outra vez, com raiva por ele fingir não saber do que se tratava. — Quando chegamos, você não perdeu tempo em dizer a Colum que estávamos casados para recolher sua parcela dos aluguéis dos MacKenzie!
Olhou-me fixamente por mais um instante, a boca abrindo-se gradualmente como se fosse dizer alguma coisa. Em vez disso, começou a sacudir a cabeça devagar para a frente e para trás, e depois começou a rir. Atirou a cabeça para trás e soltou uma gargalhada, depois afundou a cabeça entre as mãos, ainda rindo histericamente. Deixei-me cair nos travesseiros, indignada. Engraçado, hein?
Ainda sacudindo a cabeça e respirando com um chiado de vez em quando, levantou-se e colocou as mãos na fivela do cinto. Encolhi-me involuntariamente quando fez isso e ele percebeu.
O rosto ainda afogueado com um misto de raiva e riso, olhou para mim totalmente exasperado.
— Não — disse ele secamente —, não pretendo bater em você. Eu lhe dei minha palavra que jamais faria isso de novo, embora não achasse que fosse me arrepender tão depressa. — Colocou o cinto de lado, procurando alguma coisa dentro da bolsa presa a ele. — Minha parte nos aluguéis dos MacKenzie não passa de cerca de vinte libras por trimestre, Sassenach — disse ele, vasculhando entre as miudezas dentro da bolsa de pele de texugo. — E em libras escocesas, não inglesas. Cerca de metade do preço de uma vaca.
— Só… só isso? — perguntei, envergonhada. — Mas…
— Só isso — confirmou ele. — E é tudo que eu conseguirei dos MacKenzie. Deve ter notado que Dougal é um homem econômico e Colum é duas vezes mais pão-duro com seu dinheiro. Mas, a meu ver, não vale a pena se casar nem mesmo pela soma principesca de vinte libras por trimestre — disse com ironia, fitando-me. — Na verdade, eu não teria cobrado isso tão bruscamente — acrescentou ele, mostrando um pequeno embrulho de papel — se não fosse porque eu queria comprar uma coisa com ele. Foi isso que eu fui fazer. Encontrar Laoghaire foi um acaso.
— E o que você tanto queria comprar? — perguntei, desconfiada.
Suspirou e hesitou por um instante, depois jogou o pequeno embrulho no meu colo.
— Uma aliança de casamento, Sassenach — disse ele. — Comprei-a de Ewen, o encarregado da manutenção das armas; ele faz objetos assim nas horas livres.
— Oh — exclamei, quase sem voz.
— Vamos — disse ele, pouco depois. — Abra. É sua.
Os contornos do pequeno embrulho enevoaram-se nos meus dedos. Pisquei e funguei, mas não fiz nenhum movimento para abri-lo.
— Sinto muito — falei.
— Bem, deve mesmo sentir, Sassenach — disse ele, mas sua voz não estava mais com raiva. Estendendo o braço, pegou o pacote do meu colo e rasgou o invólucro, revelando uma larga aliança de prata, decorada no estilo entrelaçado das Terras Altas, uma pequena flor de cardo jacobita gravada no centro de cada enlace.
Foi o que consegui ver, depois meus olhos se turvaram outra vez.
Vi um lenço enfiado em minha mão e fiz o possível para estancar o fluxo de lágrimas com ele.
— É… lindo — disse, limpando a garganta e enxugando os olhos.
— Vai usá-lo, Claire?
Sua voz era suave agora e, ao pronunciar meu nome, fato especialmente reservado para ocasiões formais ou ternas, quase irrompi em lágrimas outra vez.
Não conseguia falar, mas estendi minha mão direita para ele, os dedos trêmulos. O anel deslizou frio e brilhante pelo nó do meu dedo e se assentou comodamente na base — um ajuste perfeito. Jamie segurou minha mão por um instante, olhando-a, depois repentinamente pressionou meus dedos contra os lábios. Levantou a cabeça e vi seu rosto por um instante, forte e ansioso, antes de me puxar bruscamente para seu colo.

O episódio termina com Claire encontrando o mau agouro, e Jamie indicando seria de autoria de Laoghaire. No livro, o amuleto é encontrado um pouco mais a frente, porém nenhum dos dois desconfiam quem o colocou ali, uma vez que Laoghaire do livro não aparenta ser tão atirada quanto na série.

Confira o trecho:

“— Hummm, é bom ficar aconchegado com você — murmurou ele, aninhando-se junto a mim. — Está com um cheiro diferente. Andou mexendo nas plantas hoje?
— Não — respondi, surpresa. — Achei que fosse você… quer dizer, o cheiro. — Era um aroma pungente, de ervas, não era desagradável, mas tampouco familiar.
— Eu estou cheirando a peixe — observou ele, cheirando as costas da mão. — E a cavalo molhado. Não — aproximou-se ainda mais, cheirando. — Não, também não é você. Mas é aqui perto.
Saiu da cama e puxou as colchas, procurando. Nós o encontramos sob meu travesseiro.
— Que diabos…? — Peguei-o e imediatamente soltei-o. — Ai! Tem espinhos!
Era um pequeno maço de plantas, arrancadas grosseiramente pelas raízes e amarradas com um pedaço de fita negra. As plantas estavam murchas, mas um cheiro penetrante ainda era exalado pelas folhas caídas. Havia uma flor no buquê, uma prímula esmagada, cujo talo espinhoso havia picado meu dedo.
Suguei o sangue do dedo ferido, virando o maço com mais cuidado com a outra mão. Jamie permaneceu imóvel, fitando-o por um instante. De repente, pegou-o e, dirigindo-se à janela aberta, atirou-o na noite. Ao voltar para a cama, limpou vigorosamente a terra que se soltara das raízes das plantas, arrastando-a para a palma da mão, e atirou-a também pela janela, como fizera com o maço de plantas. Fechou a janela com uma pancada forte e voltou, limpando as mãos.
— Já se foi — disse ele, desnecessariamente. Entrou de novo sob as cobertas. — Volte para a cama, Sassenach.
— O que era aquilo? — perguntei, deitando-me ao seu lado.
— Uma brincadeira, acho — disse ele. — De mau gosto, mas apenas uma brincadeira. — Ergueu-se em um dos cotovelos e apagou a vela. — Venha cá, mo duinne — disse. — Estou com frio.”

Então, apaixonadas, curtiram a adaptação? Fariam algo diferente? Sentiram falta de alguma cena? Comente, deixe sua opinião!

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