Livro vs Série – 5×09 – Monsters and Heroes

Meu povo lindo, o que foi esse episódio lindo, maravilho, perfeito e sem defeitos! Intitulado “Monsters and Heroes”, o nono episódio trouxe uma belíssima adaptação, nos presenteando com diálogos do livro, lindíssimas atuações e tudo mais que poderíamos desejar. Serei sincera, tive problemas para elaborar o nosso comparativo dessa semana, pois as mudanças foram sutis e casaram muito bem com a narrativa da série, por isso vamos focar em algumas cenas que foram um pouco diferentes, ou que ocorrem em outras circunstâncias.

Vamos começar com um momento interessante, a conversa entre Claire e Brianna. A conversa acontece um pouco antes no livro e reflete a preocupação de Bree com Roger, que não sabe o que fazer agora que perdeu a voz. Não há o questionamento sobre a aplicação das habilidades de Brianna como engenheira. Desde que veio para a Cordilheira, ela dá ideias, ajuda e cria projetos, como auxiliando Jamie no projeto de construção da casa grande. Na série, não houve a possibilidade de mostrar esse lado de Bree antes, então foi bom terem trazido essa pequena virada de chave, mostrando que nossa engenheira pode aplicar seus conhecimentos independente do período em que se encontra.

Confira a conversa original entre mãe e filha:

– Você sempre soube que nasceu para ser médica? – perguntou Brianna, com curiosidade.
A mãe balançou a cabeça, cortando com cuidado um punhado de casca de corniso com uma faca afiada.
– Nunca pensei nisso quando era jovem. A maioria das mulheres não pensava nisso naquela época, claro. Quando era novinha, sempre pensei que ia me casar, ter filhos, constituir família… Você acha que Lizzie está bem? Achei que ela estava um pouco amarelada ontem à noite, mas talvez fosse apenas a luz da vela. […]
– Você disse que não pretendia ser médica quando era jovem. Mas pareceu bastante determinada a isso depois.
Brianna tinha lembranças esparsas mas muito claras do tempo de formação médica de Claire; ainda podia sentir o cheiro de hospital nas roupas e nos cabelos da mãe, e sentir o toque suave e frio das roupas verdes de cirurgia que a mãe usava às vezes quando ia beijá-la à noite, ao chegar tarde do trabalho.
Claire não respondeu de imediato, concentrando-se nos cabelos de milho secos que estava limpando, tirando as partes apodrecidas e jogando-as pela janela aberta.
– Bem – disse ela, finalmente, sem desviar os olhos do trabalho. – As pessoas, e não só as mulheres, claro… as pessoas que sabem quem são, e o que devem se tornar… elas encontram um jeito. Seu pai… e me refiro a Frank… – Ela pegou os cabelos de milho limpos e os colocou em um cesto pequeno, espalhando pedacinhos sobre o balcão. – Ele era um ótimo historiador. Gostava do assunto, e tinha o dom da disciplina e da concentração que o tornaram um sucesso, mas não era, de fato, uma… uma vocação. Ele mesmo me disse que poderia ter feito outras coisas igualmente bem, e não teria importado muito. Para algumas pessoas, uma determinada coisa importa muito, no entanto. E quando importa… bem, a medicina era muito importante para mim. Eu não sabia, no começo, mas depois percebi que era o que eu estava destinada a fazer. E quando eu soube disso…
Ela deu de ombros, limpando as mãos, e cobriu o cesto com um pedaço de linho, amarrando-o com barbante.
– Sim, mas… nem sempre podemos fazer o que nascemos para fazer, certo? – perguntou ela, pensando na cicatriz do pescoço de Roger.
– Bem, a vida realmente nos força a fazer algumas coisas – murmurou a mãe. Ela ergueu o olhar, encontrando os olhos de Brianna, e seus lábios se abriram em um sorriso tímido. – E para o homem comum, ou para a mulher comum, a vida que eles encontram costuma ser a vida que levam. Marsali, por exemplo. Acho que nunca passou pela cabeça dela que poderia fazer outra coisa. A mãe dela cuidava da casa e dos filhos, e ela não vê motivos para fazer diferente. E ainda assim… – Claire deu de ombros e estendeu o braço sobre a mesa para pegar o outro almofariz. – Marsali tinha uma grande paixão… por Fergus. E isso bastou para tirá-la do rumo que sua vida estava tomando…
– Rumo a outra igual à anterior?
Claire abaixou a cabeça assentindo, sem olhar para a frente.
– Sim… exceto pelo fato de que ela está na América, e não na Escócia. E ela tem Fergus.
– Como você tem Jamie?
Ela raramente se referia a ele pelo nome, e Claire olhou para ela, surpresa.
– Sim – disse ela. – Jamie faz parte de mim. Assim como você. – Ela tocou o rosto de Bree, depressa e com leveza, e então se virou, esticando-se para pegar um punhado de ramos de manjerona da fileira de ervas penduradas na viga sobre a lareira. – Mas nenhum de vocês dois é toda a minha pessoa – disse ela, de costas. – Eu sou… o que sou. Médica, enfermeira, curandeira, bruxa… como as pessoas quiserem chamar, o nome não importa. Eu nasci para ser isso, e serei isso até morrer. Se eu perdesse você, ou Jamie, não seria mais uma pessoa completa, mas ainda teria isto. Por um tempo – continuou ela, tão baixo, que Brianna teve que se esforçar para ouvi-la –, depois que voltei… antes de você… isso era tudo o que eu tinha. Só o conhecimento.
Claire amassou a manjerona seca no almofariz e pegou o pilão para triturá-la. O som de botas veio do lado de fora, e em seguida a voz de Jamie, um comentário simpático para uma galinha que atravessou seu caminho.
E amar Roger, amar Jemmy, não bastava para ela? Certamente deveria bastar. Ela teve uma sensação assustadora, de vazio, de que talvez não fosse o bastante, e falou depressa, antes que o pensamento encontrasse palavras:
– E o papai?
– O que tem ele?
– Ele… você acha que ele sabe o que é?
As mãos de Claire pararam e o pilão deixou de fazer barulho.
– Ah, sim – respondeu ela. – Ele sabe.
– Um proprietário de terras? É assim que você chamaria?
A mãe hesitou, pensando.
– Não – disse ela por fim. Pegou o pilão e começou a triturar de novo. O cheiro da manjerona seca tomou conta do consultório como incenso. – Ele é um homem – disse ela –, e isso não é pouco.

Durante o episódio, acompanhamos Jamie sendo picado por uma cobra e Roger cuidando do sogro ao longo da noite. Vemos os dois colando as diferenças de lado e dando início a um bom relacionamento (finalmente). Jamie pede que ele lute contra Bonnet, caso ele mesmo não o possa. Roger aceita com relutância, mas depois decide continuar na luta contra o pirata ao lado do sogro. No livro, é um pouco diferente. O relacionamento entre Roger e Jamie ganha força desde que o professor escolheu ficar com Brianna e Jemmy, apesar de ocasionais implicâncias de Jamie. Eles se dão bem de modo geral. O incidente da cobra serve para estreitar e consolidar esses laços. A introdução de Roger na caça à Bonnet também é diferente na história original. O historiador pede ao sogro que o ensine a lutar com espada, dizendo que deseja proteger sua família, isso bem antes dos búfalos surgirem. Quando o incidente ocorre, Jamie apenas explica detalhes de seu plano para Roger (como na série) e pede que ele continue mesmo que ele (Jamie) não consiga.

Confira alguns diálogos entre Roger e Jamie, antes dos búfalos e da picada de cobra, na qual o historiador pede para ser treinado:

– Preciso pedir um favor – disse ele, abruptamente.
Jamie olhou para cima, ofegante, uma das sobrancelhas erguida. Fez um meneio de cabeça, esperando o pedido.
– Ensine-me a lutar com uma espada.
Jamie passou a manga da camisa pelo rosto suado e expirou profundamente.
– Você sabe lutar muito bem com uma espada – disse ele, esboçando um meio sorriso. – Quer saber se eu o ensinaria a usar uma espada sem cortar fora o próprio pé?
Roger chutou uma pedra de volta para a pilha.
– Serve, para começar.
Jamie ficou parado por um momento, observando-o. Era uma análise totalmente fria, como observaria um boi que quisesse comprar. Roger ficou imóvel, sentindo o suor escorrer pela depressão no meio de suas costas, e pensou que, mais uma vez, estava sendo comparado – para sua desvantagem – com o ausente Ian Murray.
– Veja bem, você está velho para isso – disse Jamie por fim. – A maioria dos espadachins começa ainda garoto. – Fez uma pausa. – Eu ganhei minha primeira espada aos 5 anos.
Quanto tinha 5 anos, Roger ganhou um trem. Com uma locomotiva vermelha que apitava quando uma cordinha era puxada. Olhou Jamie nos olhos e sorriu de forma amistosa.
– Velho, talvez – disse ele. – Mas não morto.
– Pode ser – respondeu Jamie. – O pouco saber é coisa perigosa. Um idiota com uma espada embainhada está mais seguro do que um idiota que acha que sabe o que fazer com ela.
– O pouco saber é coisa perigosa – repetiu Roger. – Bebei muito ou não proveis da fonte de Pieria. Você me considera um idiota, então?
Jamie riu, surpreendido de modo positivo.
– Tragos pequenos embriagam o cérebro – respondeu ele, completando o verso –, e o beber copiosamente faz-nos outra vez sóbrios. Quanto à idiotice, você não vai apenas se embriagar com essa ideia, vai?
Roger sorriu de leve em resposta. Não se surpreendia mais com a cultura literária do sogro.
– Vou beber o bastante para me manter sóbrio – disse ele. – Vai me ensinar?
Jamie estreitou os olhos e ergueu um dos ombros discretamente.
– Você tem a altura a seu favor, além de um bom alcance. – Olhou Roger de cima a baixo outra vez e assentiu. – Sim, talvez você consiga.
Virou-se e caminhou na direção do monte de pedras seguinte. Roger o seguiu, sentindo-se satisfeito, como se tivesse passado em um teste importante.
Mas o teste ainda não havia começado. Somente quando já estavam na metade da construção da nova parede de pedra é que Jamie falou outra vez.
– Por quê? – perguntou ele, olhando para a enorme pedra que empurrava lentamente para o lugar.
Era pesada demais para ser erguida, do tamanho de um barril pequeno de uísque. Tufos de raízes de capim surgiam debaixo dela, arrancados com a passagem lenta e esmagadora da pedra.
Roger se abaixou para ajudar na tarefa. Sentia os liquens na superfície da pedra, ásperos sob suas palmas, verdes e rugosos por causa do tempo.
– Tenho uma família para proteger – disse ele.
A pedra se moveu com relutância, deslocando-se alguns centímetros pelo terreno irregular. Jamie balançou a cabeça, uma, duas vezes; na terceira, empurraram juntos, com um grunhido conjunto de esforço. O monstro ergueu-se parcialmente, parou, ergueu-se por completo e tombou, encaixando-se no lugar com um baque que fez o chão tremer.
– Proteger de quê? – Jamie se ergueu e passou o pulso pelo queixo. Olhou para a frente, indicando com o rosto o porco pendurado. – Eu mesmo não enfrentaria uma pantera com uma espada.
– Ah, é? – Roger flexionou os joelhos e pegou outra pedra grande nos braços. – Soube que você matou dois ursos, um deles com uma adaga.
– Sim, bem – disse Jamie de modo seco. – Uma adaga era o que eu tinha. Quanto ao outro… se foi uma espada, foi a espada de São Miguel, não a minha.
– Sim, mas e se você soubesse com antecedência que poderia… hum… dar de cara com ele… não teria se armado… melhor?
Roger flexionou os joelhos, colocando a pedra no lugar com cuidado. Soltou-a quando faltavam poucos centímetros e limpou as mãos ardidas nas calças.
– Se eu soubesse que ia dar de cara com um maldito urso – disse Jamie, grunhindo enquanto erguia outra pedra para colocá-la no lugar –, teria tomado outro caminho.
Roger resmungou e levantou mais uma pedra, encaixando-a nas outras. Havia um pequeno espaço de um dos lados que a deixava solta. Jamie viu, caminhou até a pilha de pedras e escolheu um pedaço pequeno de granito que se encaixou perfeitamente na brecha, e os dois homens sorriram um para o outro sem perceber.
– Então você acha que há outro caminho? – perguntou Roger.
Jamie passou a mão pela boca, refletindo.
– Se está falando da guerra… então sim, eu acho. – Olhou fixamente para Roger. – Talvez eu o encontre, talvez não… mas sim, há outro caminho.
– Pode ser.
Ele não se referia à guerra iminente, e achava que o sogro também não.
– Quanto aos ursos, porém… – Jamie ficou imóvel, os olhos fixos. – Há uma grande diferença entre encontrar um urso inesperadamente… e caçar um.
[…]
Jamie se levantou, pegou a garrafa vazia e partiu na direção do córrego do outro lado do campo.
Ele voltou, sentou-se e entregou a garrafa de água a Roger.
– Eu tive notícias de Stephen Bonnet.
Ele disse aquilo de modo tão casual que Roger não assimilou o sentido das palavras logo de cara.
– Teve? – disse, finalmente.
Molho condimentado de picles escorria pela sua mão. Roger limpou o pulso com um dedo e o levou à boca, mas não deu outra mordida no sanduíche; tinha perdido o apetite.
– Sim. Não sei onde ele está agora, mas sei onde estará em abril… ou melhor, onde eu posso fazer com que ele esteja. Seis meses e então o matamos. Acha que é tempo suficiente?
Ele estava olhando para Roger, calmo como se tivesse sugerido uma reunião com um banqueiro, em vez de um compromisso com a morte.
Roger acreditava no inferno – e em demônios, também. Não sonhara na noite anterior, mas a face do demônio sempre flutuava nas bordas de sua mente, fora de vista. Era hora de invocá-lo, talvez, para que ele se mostrasse. Era preciso evocar um demônio antes de exorcizá-lo, certo?
Havia preparativos a fazer, no entanto, antes que isso pudesse acontecer. Ele flexionou os ombros e os braços outra vez, agora com expectativa. A dor já havia desaparecido quase por completo. […]
– Sim – disse ele. – É tempo suficiente.

Por fim, vale destacar a cena do ataque do búfalo solitário às mulheres da Cordilheira. Ela também ocorre no livro, em circunstâncias bem parecidas, mas tem um fim diferente, um pouco mais sangrento. A adaptação se deve principalmente ao trabalho de produção da cena em si, que no fim gerou o mesmo resultado.

Confira a cena do livro:

Um grito agudo do lado de fora me impediu de responder. Eu me virei na direção da janela a tempo de ver Marsali largar dois baldes de água no chão. A água espirrou, ensopando sua saia e seus sapatos, mas ela não deu atenção. Olhei depressa na direção em que ela estava olhando e contive um grito.
Ele atravessara calmamente a cerca do curral, quebrando as ripas de madeira como se fossem palitos de fósforo, e estava parado no meio da plantação de abóboras, perto da casa, as vinhas pendendo da boca enquanto ele mastigava. Estava parado, enorme, escuro e peludo, a 3 metros de Jemmy, que olhava fixamente para ele com os olhos arregalados e a boca aberta, esquecendo-se da cabaça que tinha nas mãos.
Marsali deu outro grito agudo, e Jemmy, percebendo seu terror, começou a gritar pela mãe. Eu me virei e – com a sensação de que estava me movendo em câmera lenta, embora definitivamente não estivesse – arranquei a serra da mão de Jamie, saí pela porta e parti para o quintal, pensando, enquanto corria, que os búfalos pareciam muito menores no zoológico.
Quando atravessei a porta – devo ter saltado; não me lembrava dos degraus –, Brianna estava saindo da floresta. Ela corria sem emitir ruído, segurando o machado, e sua expressão era firme e determinada. Não tive tempo de gritar antes que ela o alcançasse.
Ela ergueu o machado, ainda correndo, girou-o em um arco ao dar o último passo e desferiu o golpe com toda a força bem atrás das orelhas do enorme animal. Um fino esguicho de sangue atingiu as abóboras. O animal urrou e abaixou a cabeça, como se fosse atacar.
Bree desviou para o lado, lançou-se sobre Jemmy e se pôs de joelhos, tentando desatar os panos que o prendiam à cerca. De soslaio, vi Marsali, gritando preces e impropérios em gaélico enquanto pegava uma anágua recém-tingida dos arbustos de amoras-pretas.
Não sei como, mas eu havia desdobrado a serra enquanto corria; cortei as tiras de Jemmy com dois movimentos, levantei-me e corri de volta para a varanda. Marsali jogara a anágua sobre a cabeça do búfalo; ele ficou parado, confuso, sacudindo a cabeça e oscilando de um lado para o outro, o sangue surgindo escuro no verdeamarelado da tintura recente.
Ele chegava à altura dos meus ombros e tinha um cheiro estranho; empoeirado e quente, selvagem mas estranhamente familiar, com um odor de celeiro, como uma vaca. Ele deu um passo, depois outro, e eu enfiei os dedos em seu pelo, agarrando com força. Senti os tremores percorrendo o corpo do animal; eles me sacudiam como se estivesse havendo um terremoto.
Nunca tinha feito aquilo, mas a sensação era de que já o fizera milhares de vezes. Como se estivesse em um sonho, mas com firmeza, passei a mão sob os lábios babados e senti o bafo quente soprar pela manga do meu vestido. A pulsação forte latejava no ângulo da mandíbula; eu podia vê-lo mentalmente, o enorme coração e o sangue sendo bombeado, quente em minha mão, frio contra meu rosto onde ele estava pressionado contra a anágua encharcada.
Passei a serra pela garganta, cortei com força e senti nas mãos e nos braços o esforço para cortar pele e músculo, o raspar do osso, a ruptura do tendão e os vasos escorregadios como borracha, jorrando sangue, escorregando para dentro da carne cortada.
O mundo estremeceu. Ele vacilou, escorregou e caiu com um baque surdo.
Quando voltei a mim, estava sentada no meio do pátio, uma das mãos ainda agarrada aos pelos, uma das pernas dormente sob o peso da cabeça do búfalo, as saias grudadas nas coxas, quentes e fedorentas, encharcadas de sangue.
Alguém disse alguma coisa, e eu levantei a cabeça. Jamie estava de quatro à porta – a boca aberta, completamente nu. Marsali desabara no chão, as pernas esparramadas à sua frente, abrindo e fechando a boca sem emitir ruído.
Brianna estava na minha frente, com Jemmy no colo. Esquecendo o terror, ele se inclinou sobre o ombro dela, olhando com curiosidade para o búfalo no chão.
– Uuuuh! – exclamou.
– Sim – eu disse. – Muito bem observado.
– Você está bem, mãe? – perguntou Bree, e eu me dei conta de que ela já tinha feito a pergunta várias vezes.
Estendeu a mão e a apoiou delicadamente em minha cabeça.
– Não sei – respondi. – Acho que sim.

Saga Outlander

E isso é tudo, pessoal! Espero que tenham curtido tanto episódio, quanto o nosso livro vs série! E você, Sasse, mudaria algo na adaptação? Comente, deixe sua opinião!

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