Daily Line: Uma breve aula de gaélico

POSSUI SPOILER DO LIVRO 9 | Leia outros em Trechos da Diana

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(Extrato de VÁ DIZER ÀS ABELHAS QUE PARTI, Copyright 2020 Diana Gabaldon)

Jamie acordou na manhã seguinte em uma cama vazia. Ele suspirou, espreguiçou-se e rolou para fora dela. De forma bastante agradável, ele tinha sonhado com os navios de Aquiles e gostaria de contar a Claire sobre isso. Ele sacudiu os resquícios de sono e foi se lavar, fazendo uma anotação mental de algumas das coisas que tinha sonhado, para não esquecê-las. Com sorte, ela estaria em casa antes do jantar.  

– Sr. Fraser? – uma batida delicada na porta, a voz falando em francês. – Sua filha disse que o café da manhã está pronto.

– Sim? – ele não sentia o cheiro de nada de natureza saborosa, mas “pronto” era um termo relativo. – Eu já estou indo, moça. Taing.

Tang? – ela disse, parecendo assustada.

Ele sorriu, passou uma camisa limpa pela cabeça e abriu a porta. Ela estava ali, parada, como uma margarida do campo, delicada, mas ereta em seu caule e ele curvou-se para ela.

Taing – ele disse, pronunciando o mais cuidadosamente possível. – Significa “obrigado” em gaélico.

– Tem certeza? – ela perguntou, franzindo a testa ligeiramente.

– Tenho – ele a assegurou. – Moran taing significa “muito obrigado”, caso queira dar mais ênfase.

Um leve rubor subiu em suas bochechas.

– Perdão, eu realmente não quis perguntar se tem certeza. É claro que tem. É só que Germain me disse que “obrigado” é tabag leet. Está errado? Ele poderia estar praticando comigo, mas eu não pensei assim.

Tapadh leat – disse ele, contendo a vontade de rir. – Não, é isso mesmo; é só que Moran taing é mais … casual, pode-se dizer. A outra forma é usada quando você quer ser mais formal. Se alguém salvou sua vida ou pagou suas dívidas, por exemplo, você diz “Tapadh leat”, mas se alguém lhe passar o pão à mesa, você diz “Taing”, entendeu?

– Sim – ela disse automaticamente, e corou ainda mais quando ele sorriu. No entanto, ela sorriu de volta. Ele a seguiu escada abaixo pensando em como ela era estranhamente envolvente. Era reticente, mas nem um pouco tímida. Ele supôs que uma pessoa não poderia ser tímida se tivesse sido criada na expectativa de tornar-se uma prostituta.

(Obrigada, Vicky Wendling, pela linda foto de abelha!)

Fonte: Diana Gabaldon
Data de publicação: 31/07/2020

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