Daily Line: Capítulo 1 – Os MacKenzies estão presentes

POSSUI SPOILER DO LIVRO 9 | Leia outros em Trechos da Diana

Aproveitem o primeiro capítulo completo de VÁ DIZER ÀS ABELHAS QUE PARTI

Capítulo 1

Os MacKenzies estão presentes

17 de junho, 1779

Colina Fraser, Carolina do Norte

Havia uma pedra embaixo da minha nádega direita, mas eu não queria me mover. O minúsculo batimento cardíaco sob os meus dedos era suave e teimoso, sacudidelas de vida temporárias. O espaço entre elas era infinito, minha conexão com o céu escuro e a chama crescente.

– Mova seu traseiro um pouco, Sassenach – disse uma voz em meu ouvido. – Eu preciso coçar o meu nariz e você está sentada em cima da minha mão. – Jamie contraiu os dedos embaixo de mim e eu me movi, virando-me para ele enquanto me mexia e me reposicionava, mantendo a pequena Mandy de três anos de idade, completamente adormecida em meus braços.

Ele sorriu para mim por cima dos cabelos desgrenhados de Jem e coçou o nariz. Devia ser mais de meia-noite, mas o fogo ainda estava alto, e a luz iluminava a sua barba por fazer e brilhava tão suavemente em seus olhos como nos cabelos ruivos do seu neto e nas dobras sombreadas da manta gasta sob a qual estavam agasalhados.

Do outro lado da fogueira, Brianna ria, daquela maneira tranquila como as pessoas riem no meio da noite com as crianças dormindo por perto.

Ela deitou a cabeça no ombro de Roger, os olhos semicerrados. Parecia completamente exausta, seus cabelos sujos e emaranhados, a luz do fogo provocando profundas cavidades em seu rosto… mas feliz.

– Do que está rindo, menina? – Jamie perguntou, mudando Jem para uma posição mais confortável. Jem estava lutando o mais que podia para ficar acordado, mas estava perdendo a batalha. Ele estava com a boca aberta e balançava a cabeça, piscando como uma coruja atordoada.

– O que é engraçado? – ele repetiu, mas a última palavra sumiu, deixando-o com a boca entreaberta e o olhar vidrado.

Sua mãe deu uma risadinha, um som feminino adorável, e eu senti o sorriso de Jamie.

– Acabei de perguntar ao papai se ele se lembrava de um encontro que fomos, anos atrás. Os clãs foram todos chamados para uma grande fogueira e eu entreguei ao papai um galho em chamas e disse a ele para ir até o fogo e dizer que os MacKenzies estavam presentes.

– Oh! – Jem piscou uma vez, depois duas, olhou para o fogo aceso na nossa frente e uma ligeira carranca se formou entre suas sobrancelhas vermelhas e macias. – Onde estamos?

– Em casa – disse Roger, com firmeza, e seus olhos encontraram os meus, depois de passarem por Jamie. – Para sempre!

Jamie soltou a respiração assim como eu estivera prendendo a minha desde a tarde, quando aquelas quatro figuras apareceram de repente na clareira e nós corremos colina abaixo para encontrá-los.

Houve um momento de explosão de alegria, sem palavras, quando todos nós nos atiramos uns contra os outros, e então a explosão aumentou quando Amy Higgins saiu da sua cabana, atraída pelo barulho, seguida por Bobby, então Aidan, que havia gritado ao ver Jem, agarrando-o e derrubando-o no chão, com Orrie e o pequeno Rob.

Jo Beardsley tinha estado na floresta das redondezas, ouviu o barulho e veio ver… e dentro do que pareceram apenas alguns momentos, a clareira estava cheia de gente. Seis famílias tiveram acesso à notícia antes do pôr-do-sol, e os demais com certeza saberiam do fato no dia seguinte.

A demonstração instantânea da hospitalidade das Highlands foi maravilhosa: as mulheres e as meninas correram de volta às suas cabanas e buscaram o que quer que tivessem assado ou cozido para o jantar; os homens juntaram lenha e, a pedido de Jamie, a empilharam no topo, onde ficava o contorno da casa nova, e demos boas-vindas ao lar à nossa família em grande estilo, rodeados de amigos.

Centenas de perguntas foram feitas aos viajantes: de onde estavam vindo? Como tinha sido a jornada? O que eles tinham visto? Ninguém perguntou se eles estavam felizes por estarem de volta, todos sabiam que sim.

Nem Jamie nem eu tínhamos feito perguntas. Teríamos tempo suficiente para isso, e agora que estávamos sozinhos, Roger tinha acabado de responder a única que realmente importava.

O porquê daquela resposta, no entanto… Senti um arrepio nos cabelos da minha nuca.

– É suficiente o mal que cada dia traz em si mesmo – murmurei nos cachos negros de Mandy, e beijei sua pequena orelha adormecida. Mais uma vez, meus dedos percorreram suas roupas, sujas pela viagem, mas muito bem-feitas, e encontrei a cicatriz em suas costas, o sussurro da faca do cirurgião que tinha salvado sua vida há dois anos, em um lugar tão longe de mim.

Ele batia pacificamente sob meus dedos, aquele corajoso pequeno coração, e eu pisquei para conter as lágrimas, não pela primeira vez naquele dia, e certamente não pela última.

– Eu estava certo, não estava? – disse Jamie, e eu percebi que aquela era a segunda vez que ele dizia isso.

– Certo sobre o quê?

– Sobre a necessidade de mais espaço – disse ele, pacientemente, e virou-se para gesticular para o retângulo invisível da fundação de pedra, único traço tangível até o momento da nova casa. Os vestígios da casa grande original ainda eram visíveis como uma marca escura sob a grama na clareira, mas já tinha quase desaparecido. Talvez quando a casa nova fosse construída, ela seria apenas uma lembrança.

Brianna bocejou como um leão. Então, empurrou sua crina emaranhada para trás e piscou sonolenta na escuridão.

– Provavelmente, neste inverno, vamos dormir no porão – disse ela, depois riu.

– Oh, pessoa de pouca fé – disse Jamie, nem um pouco perturbado. – A madeira já está serrada, dividida e fresada. Teremos paredes, pisos e janelas em grande quantidade antes da neve chegar. Talvez ainda não tenhamos vidros – acrescentou ele, razoavelmente, – mas isso pode esperar até a primavera.

– Mmm – Brianna piscou novamente e balançou a cabeça. Então, ela levantou-se para olhar. – Você tem uma hearthstone?

– Eu tenho. Um adorável pedacinho de serpentina, a pedra verde, sabe?

– Eu lembro. E você tem algum ferro para colocar sob ela?

Jamie parecia surpreso.

– Não, ainda não. Mas vou procurar um quando abençoarmos a lareira.

– Bem, nesse caso – ela endireitou-se e remexeu nas dobras da sua capa, retirando uma grande bolsa de lona, claramente pesada e cheia de objetos variados. Ela mergulhou na bolsa por alguns momentos e então tirou algo com um brilho preto à luz do fogo.

– Use isso, pai – disse ela, entregando-o a Jamie. Ele olhou para o objeto por um momento, sorriu e me entregou.

– Sim, é o suficiente – disse ele. – Você trouxe para usar no fogo?

Era um cinzel de metal preto e liso, de quinze centímetros de comprimento e pesado na minha mão, com a palavra “artesanal” gravada na cabeça.

– Bem… para usar no fogo – disse Bree, sorrindo para ele. Ela colocou a mão na perna de Roger. – A princípio, pensei que poderíamos construir uma casa nós mesmos, assim que possível. Mas… – ela virou-se e olhou através da escuridão da colina para a abóbada do céu puro e frio, onde a Ursa Maior brilhava acima de suas cabeças. – Podemos não conseguir antes do inverno. E já que imagino que vamos nos impor a vocês… – ela ergueu os olhos por baixo dos cílios na direção do pai, que bufou.

– Não seja tola, menina. Se é a nossa casa, é sua também, e você sabe muito bem disso. Ele levantou uma sobrancelha para ela: – E quanto mais mãos houver para ajudar na construção, melhor. Quer ver o formato da casa?

Sem esperar por uma resposta, ele desvencilhou-se de Jem em sua manta, colocou-o ao meu lado e levantou-se. Ele puxou um dos pedaços de madeira em chamas e sacudiu a cabeça em um convite em direção ao retângulo invisível da nova fundação.

Bree ainda estava sonolenta, mas alerta. Ela sorriu para mim e balançou a cabeça com bom humor. Depois, dobrou a capa sobre os ombros e levantou-se.

– Você também vem? – perguntou a Roger.

Ele sorriu para ela e acenou com a mão, enxotando-a. – Estou muito cansado para ver alguma coisa, meu amor. Vou esperar até amanhã.

Bree tocou seu ombro levemente e partiu atrás da luz da tocha de Jamie, murmurando algo sob sua respiração enquanto ela tropeçava em uma pedra na grama, e eu coloquei uma dobra da minha capa sobre Jem, que não tinha se mexido.

Roger e eu ficamos sentados em silêncio, ouvindo suas vozes se afastando no escuro, e depois ficamos em silêncio por mais alguns momentos, ouvindo o fogo e a noite, e os pensamentos um do outro.

Para eles terem arriscado os perigos da viagem, sem mencionar os perigos desta época e deste lugar… o que quer que tenha acontecido em seu próprio tempo.

Ele olhou dentro dos meus olhos, viu o que eu estava pensando e suspirou.

– Sim, foi ruim. Foi muito ruim – disse ele, calmamente. – Mesmo assim, poderíamos ter voltado para lidar com isso. Eu queria. Mas tínhamos receio de que não houvesse ninguém lá que Mandy pudesse sentir com força suficiente.

– Mandy? – eu olhei para seu corpinho inerte, dormindo. – Sentir quem? O que você quer dizer com “voltar”? Espere… – eu levantei a mão em um pedido de desculpas. – Não, não tente me dizer agora, você está exausto e há muito tempo para isso. – Fiz uma pausa para limpar minha garganta. – É o bastante que vocês estejam aqui.

Ele sorriu então, um sorriso verdadeiro, embora acompanhado de um cansaço de quilômetros, e anos, e coisas terríveis atrás de si.

– Sim – disse ele. – É sim.

Ficamos em silêncio por algum tempo e a cabeça de Roger balançou. Eu pensei que ele estava quase dormindo, e já estava juntando minhas pernas embaixo de mim para me levantar e levar todos para a cama quando ele ergueu a cabeça novamente.

– Tem uma coisa…

– Sim?

– Você alguma vez viu um homem chamado William Buccleigh MacKenzie? Ou talvez Buck MacKenzie?

– O nome parece familiar – disse eu, lentamente. – Quem é ele?

Roger esfregou a mão no rosto e lentamente a desceu pela garganta, até a cicatriz branca deixada por uma corda.

– Bem… para começar, é o homem que me enforcou. Mas ele também é meu antepassado. Nenhum de nós sabia disso na época em que ele me enforcou – disse ele, quase se desculpando.

– Em nome de J…–  Oh, me desculpe. Você ainda é uma espécie de ministro?

Ele sorriu com a pergunta, embora as marcas de exaustão esculpissem riachos em seu rosto.

– Acho que o efeito já passou – disse ele. – Mas se você fosse dizer “Em nome de Jesus”, eu não me importaria. Acho apropriado para a situação, pode-se dizer.

Em poucas palavras ele me contou a estranha história do filho da bruxa, e como Buck MacKenzie foi parar na Escócia em 1980, apenas para viajar de volta com Roger em um esforço para encontrar Jem.

– Há muito mais do que isso – garantiu ele. – Mas o fim de tudo, por enquanto, é o que deixamos na Escócia. Em 1739. Com… hum… a mãe dele.

– Com a Geillis? – Minha voz aumentou involuntariamente, e Mandy se contraiu e fez pequenos ruídos irritados. Eu fiz um carinho nela rapidamente e a coloquei em uma posição mais confortável. – Você a conheceu?

– Sim… mulher interessante. – Havia uma caneca no chão ao seu lado, ainda meio cheia de cerveja. Eu podia sentir o cheiro do fermento e do lúpulo amargo. Ele a pegou e parecia estar se perguntando se deveria beber ou derramar sobre a cabeça, mas, no final das contas, tomou um gole e a colocou de volta.

– Eu, nós, queríamos que ele viesse conosco. Claro que havia um risco, mas conseguimos encontrar pedras preciosas suficientes, e pensei que poderíamos fazer isso, todos juntos. E… sua esposa está aqui. – Ele acenou vagamente em direção à floresta distante. – Na América, quero dizer. Agora.

– Eu… me lembro vagamente dela, da sua genealogia. – Embora a experiência tenha me ensinado os limites da crença em qualquer coisa registrada no papel.

Roger acenou com a cabeça, bebeu mais cerveja e pigarreou com força. Sua voz estava rouca e rachada pelo cansaço.

– Suponho que você o perdoou por… – fiz um gesto rápido em direção da minha própria garganta. Eu podia ver a linha da corda e a sombra da pequena cicatriz que lá deixei quando fiz uma traqueotomia de emergência com um canivete e o bocal amarelado de um cachimbo.

– Eu o amava – disse ele, simplesmente. Um leve sorriso apareceu através da barba negra e do véu do cansaço. – Quantas vezes você tem a chance de amar alguém que deu a você seu sangue, sua vida, mesmo nunca sabendo quem você poderia ser, ou mesmo se viria a existir?

– Bem, você se arrisca quando tem filhos – disse eu, e coloquei a mão suavemente na cabeça de Jem. Estava quente, o cabelo sujo, mas macio sob os meus dedos. Ele e Mandy cheiravam a cachorrinhos, um doce e espesso perfume animal, rico em inocência.

– Sim, é verdade – disse Roger suavemente. O farfalhar da grama e as vozes atrás de nós anunciaram o retorno dos engenheiros; eles estavam envolvidos em uma discussão sobre o encanamento interno.

– Sim, talvez – dizia Jamie, duvidoso. – Mas eu não sei se podemos conseguir todas as coisas que você precisa antes que o inverno chegue. Mas acabei de começar a cavar uma nova latrina que vai nos ajudar por enquanto. Depois, na primavera…

Brianna disse algo em resposta que eu não entendi, e então eles estavam lá, pegos no halo do fogo, tão parecidos com a luz brilhando em seus rostos de nariz comprido e cabelos ruivos. Roger se mexeu, colocando os pés sob o seu corpo, e eu me levantei com cuidado, carregando Mandy, como se fosse sua boneca de pano, Esmeralda.

– É maravilhosa, mamãe – disse Bree. Ela me abraçou com seu corpo forte e reto, docemente poderoso, com Mandy entre nós. Ela me segurou com força por um momento, depois baixou a cabeça e beijou minha testa.

– Eu te amo – disse ela, com a voz suave e rouca.

– Eu também te amo, querida – disse eu, e com um nó na garganta eu toquei seu rosto, tão cansado e radiante.

Ela deu um passo para trás e tomou Mandy dos meus braços, balançando-a contra um ombro com a facilidade praticada.

– Vamos, companheiro – disse ela a Jem, cutucando-o gentilmente com a ponta da bota. – Está na hora de dormir. – Ele fez um ruído sonolento e interrogativo, ergueu um pouco a cabeça e desabou de novo, profundamente adormecido.

Dinna fash, eu vou levá-lo. – Roger acenou para Jamie se afastar e, abaixando-se, rolou Jem em seus braços e levantou-se com um grunhido. – Querem descer também? – perguntou ele. – Eu posso voltar e cuidar do fogo, assim que deixar Jem.

Jamie balançou a cabeça e colocou um braço em volta de mim.

– Não, não se preocupe. Talvez possamos sentar um pouco e ver o fogo se extinguir.

Eles desceram a colina lentamente, cambaleando como gado, acompanhados pelo tilintar da bolsa de Brianna. A cabana de Higgins, onde eles passariam a noite, aparecia como um pequeno vislumbre no escuro. Amy deveria ter acendido uma vela e puxado a pele que cobria a janela.

Jamie ainda segurava o cinzel na mão, com os olhos fixos nas costas da filha desaparecida. Ele o ergueu e o beijou, como uma vez havia beijado o cabo de sua adaga diante de mim, e eu sabia que esta também era uma promessa sagrada.

Ele guardou o cinzel na sua bolsa de couro e me abraçou, minhas costas voltadas para ele, para que ambos pudéssemos vê-los desaparecendo de vista. Ele apoiou o queixo no topo da minha cabeça.

– O que você está pensando, Sassenach? – disse ele, suavemente. – Eu vi seus olhos, há nuvens neles.

Eu me acomodei contra ele, sentindo seu calor como um baluarte nas minhas costas.

– As crianças – disse eu, hesitante. – Eles, quero dizer, é maravilhoso que estejam aqui. E pensar que nunca mais o veríamos, e de repente… – engoli em seco, vencida pela alegria estonteante de me encontrar, de encontramos, mais uma vez e de forma tão inesperada parte daquela coisa notável: família. – Poder ver Jem e Mandy crescerem… ter Bree e Roger de volta…

– Sim – disse ele, com um sorriso na voz. – Mas?

Eu demorei um pouco para organizar meus pensamentos e colocá-los em palavras.

– Roger disse que alguma coisa ruim aconteceu em seu próprio tempo. E você sabe que deve ter sido algo verdadeiramente terrível.

– Sim – disse ele, com a voz um pouco endurecida. Brianna disse o mesmo. Mas, você sabe, moça, eles já viveram nessa época antes. Eles sabem, quero dizer, como é, como será.

A guerra em curso, era o que ele queria dizer, e eu apertei suas mãos ao redor da minha cintura.

– Eu não acho que saibam – disse eu, suavemente, enquanto olhava para baixo através da ampla enseada. Eles haviam desaparecido na escuridão. – Ninguém sabe se não esteve lá. Na guerra.

– Sim – disse ele, me apertando, em silêncio, sua mão descansando na minha cintura, sobre a cicatriz do ferimento feito por uma bala de mosquete em Monmouth.

– Sim – disse ele novamente, após um longo momento. – Eu entendo o que está dizendo, Sassenach. Achei que meu coração fosse explodir quando vi Brianna e soube que era realmente ela e as crianças… mas apesar de toda a alegria… veja, eu senti muito a falta deles, mas eu poderia me consolar em pensar que estavam seguros. Mas agora…

Ele deteve-se e eu senti seu coração batendo contra o meu corpo, lento e constante. Ele respirou fundo e o fogo explodiu de repente, um arremesso de faíscas que desapareciam na noite. Um pequeno lembrete da guerra que estava crescendo, lentamente, ao nosso redor.

– Eu olho para eles – disse ele, – e meu coração se enche de repente…

– De terror – sussurrei, apertando seu abraço com força.

– Sim – disse ele, – é isso. 

Fonte: Diana Gabaldon
Data de publicação: junho de 2021

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2 comentários sobre “Daily Line: Capítulo 1 – Os MacKenzies estão presentes

  1. Eu amo os livros….
    Já li os oito, agora estou esperando o nono chegar ansiosa,
    Espero que não demore muito pra ser traduzido no português ( Brasil )
    Enquanto isso, fico lendo tudo que aparece sobre, Vá diga as abelhas que eu parti.

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