Livro vs Série – 6×05 – Give Me Liberty

Olá, minhas queridas Sasses! Não sei vocês, mas eu sinto que essa sexta temporada de Outlander está entregando tudo. De início eu estava feliz, tudo ali dentro das minhas expectativas, mas com o passar dos episódios estou gostando cada vez mais do que estou vendo. O quinto episódio, “Give Me Liberty”, trouxe uma mistura balanceada de livro vs série, com a base bem fiel ao livro, mas várias pequenas adaptações ao longo do caminho. Vale destacar a introdução e abertura do episódio, que já foram um prato cheio para nós fãs. Para quem não sabe, a música de abertura, “The Sky Boat Song”, conta justamente a história de fuga do príncipe Charles após o fracasso em Culloden, e quem o ajudou a fugir, vestido de mulher, foi justamente Flora MacDonald. Vale destacar que essa é uma história real. No livro, é apenas uma passagem contatada. Foi lindo ver a cena apresentada ali.

Vamos falar um pouco de Jamie e os rebeldes. A série foi fiel, no sentido de mostrar nosso highlander já demonstrando sua tendência nacionalista, porém se mantendo leal aos seus valores, e tendo que se provar por conta disso. Tudo isso tudo ocorre no livro, porém de forma mais gradativa. Temos as trocas de cartas do Jamie com o Comitê de Correspondência, temos ele sendo mal visto por defender um impressor de ser coberto de piche e penas, assim como sua luta para provar que podiam sim confiar nele. E claro, temos também Lord John preocupado, porém apenas em cartas. A série condensou toda a trama, introduzindo Jamie no grupo de rebeldes, de forma exemplar, conseguindo deixar claro todo o jogo político, mas sem estender demais a tomada de partido de Jamie.

Ainda correlação a jogos políticos, vemos que Jocasta compra uma gráfica em New Bern para Fergus, a fim de que o rapaz retome o ofício que sempre gostou, além de ter o interesse que ele possa defender suas ideias legalistas. Vemos que Jamie não ficou nem um pouco contente com o que a tia acabada impondo a seu filho. No livro, a história é um tanto diferente. Jamie fica sabendo da oportunidade de comprar a gráfica em New Bern por seu bom amigo major MacDonald, que conhecia o último dono. Então ele a negocia e a compra para Fergus, porém sem nenhuma imposição política, apenas pedindo ao filho que tome cuidado com as questões políticas. Confira o trecho sobre a compra da gráfica:

“MacDonald havia sido autorizado a negociar em nome dos amigos do impressor, que estavam ansiosos para vender a problemática propriedade antes que alguma alma patriótica viesse incendiá-la, de modo que a negociação foi concluída ali mesmo. MacDonald foi mandado correndo de volta montanha abaixo para trocar a esmeralda por dinheiro, finalizar o pagamento pela oficina de impressão e deixar o resto do montante com Fergus para as demais despesas – e para que divulgasse o quanto antes em New Bern que as instalações dentro em breve estariam sob nova direção.
– Se alguém perguntar sobre a posição política do novo proprietário… – começou Jamie.
MacDonald limitou-se a assentir, sabiamente, tornando a deitar os dedos no nariz de veias vermelhas.
Eu tinha razoável certeza de que Fergus não possuía opinião política pessoal digna de menção; além de sua família, sua única lealdade era para com Jamie. Tão logo a negociação foi concluída, no entanto, e a agitação da mudança começou – Marsali e Fergus teriam de partir de imediato, para tentar chegar a New Bern antes do inverno se agravar –, Jamie foi ter uma conversa séria com ele.
– Pois bem, não vai ser como foi em Edimburgo. Só existe mais uma oficina de impressão na cidade, e, pelo que MacDonald me disse, o dono já é um senhor e morre de medo tanto do comitê quanto do governador, e não vai imprimir nada além de livros de preces e folhetos e propagandas de corridas de cavalos.
– Très bon – respondeu Fergus, ainda mais contente, se tal coisa era possível. Desde que ouvira a notícia, andava mais aceso do que uma lanterna chinesa. – Vamos dar conta de todos os jornais e revistas, para não falar da impressão de peças escandalosas e panfletos… não há nada como subversão e agitação no ramo da tipografia, milorde, o senhor sabe disso muito bem.
– Eu sei – respondeu Jamie, em tom seco. – É por isso que pretendo enfiar nessa sua cabeça dura a necessidade de ter cuidado. Não quero ouvir dizer que foi enforcado por traição, nem que foi coberto de piche e penas por não ter sido traiçoeiro o suficiente.
– Ah, não. – Fergus agitou o gancho. – Eu sei muito bem como se joga este jogo, milorde.
Jamie assentiu, ainda desconfiado.
– É, você sabe. Mas já faz alguns anos; pode ser que tenha perdido a prática. Além do mais, sabe-se lá quem está em New Bern; você não vai querer comprar carne do homem a quem barbarizou na edição matinal, não é?
– Vou me lembrar disso, pai – disse Marsali, sentada diante da lareira, amamentando Henri-Christian e prestando muita atenção. Na verdade, parecia mais feliz do que Fergus, a quem olhava com adoração. Transferiu o olhar a Jamie e sorriu. – Vamos tomar cuidado, prometo.
Ao olhar para ela, Jamie suavizou a carranca.
– Vou sentir saudade, menina – disse ele, baixinho.
O olhar de alegria dela se embaciou, mas não desapareceu por completo.
– Eu também, pai. Todos nós. E Germain não quer deixar Jem, claro. Mas…
Ela tornou a olhar Fergus, que preparava uma lista de suprimentos, assobiando “Alouette” entre os dentes, e abraçou Henri-Christian com mais força, fazendo-o debater as perninhas em protesto.
– É, eu sei. – Jamie tossiu, para disfarçar a emoção, e esfregou o nariz. – Agora, muito bem, pequeno Fergus. Vocês vão levar uma quantia em dinheiro; em primeiro lugar, dê um suborno ao policial e aos vigias. MacDonald me deu os nomes dos integrantes do Conselho Real e do chefe dos membros da Assembleia… ele vai ajudar com o conselho, por ser homem do governador. Tenha bons modos, sim? Mas garanta que ele esteja sob controle; ele tem sido de grande ajuda nesta questão.
Fergus assentiu, a cabeça enfiada no papel.
– Papel, tinta, chumbo, suborno, camurça, pincéis – disse ele, ocupado em escrever, e retomou a cantoria, absorto: – Alouette, gentille alouette…”

Vamos focar agora em tia Jocasta, especificamente o tratamento que Claire sugere para suas dores. Como eu amei ver nossa médica oferendo a flor de cânhamo para tia Jo! No livro, ela se surpreende ao presenciar Jocasta fumando a medicação, que tinha sido indicada por outro médico, e adquirida com Farquard Campbell, um amigo de Jocasta, que cultivava a planta. Pra quem não sabe é uma planta pertencente à espécie Cannabis sativa, assim como a maconha. Entretanto, ele se diferencia desta última por seu baixo teor de uma substância psicoativa chamada THC (tetra-hidrocanabiodiol). Geralmente, o cânhamo não apresenta mais do que 0,3% de THC por peso seco. Confira como é a cena original no livro, no qual tem apenas um pouco mais de humor por parte de Claire, além de ocorrer em momento diferente do livro:

“Espremi o cataplasma de hamamélis e carocha e espalhei com cuidado sobre os olhos de Jocasta. Já tinha dado a ela chá de casca de salgueiro para a dor, e o cataplasma nada faria pelo glaucoma de base – mas pelo menos traria algum alívio, e era um consolo tanto para o paciente quanto para o médico ser capaz de oferecer qualquer coisa, por mais que fosse um simples paliativo.
– Pode dar uma espiada nos meus alforjes, moça? – indagou ela, espichando um pouco o corpo para se acomodar na cama. – Há um pacotinho lá dentro, com uma erva que talvez lhe interesse.
Eu o encontrei imediatamente… pelo cheiro.
– Onde diabo a senhora arrumou isso? – perguntei, achando graça.
– Farquard Campbell – respondeu ela, sem rodeios. – Quando você explicou qual era o problema com os meus olhos, perguntei a Fentiman se ele conhecia algo que pudesse ajudar, e ele disse ter ouvido falar que o cânhamo podia ser útil. Farquard Campbell tem toda uma plantação de cânhamo, então achei que podia valer a pena tentar. De fato parece ajudar um pouco. Pode pôr na minha mão, sobrinha?
Fascinada, pus o pacotinho de maconha e a pequena pilha de papéis sobre a mesa ao lado dela, e conduzi sua mão até eles. Ela girou o corpo com cuidado, para evitar que o cataplasma caísse, então pegou uma boa pitada da erva aromática, espalhou um pouco no centro do papel e enrolou um baseado caprichado como eu jamais vira em Boston.
Sem comentários, segurei a chama da vela para que acendesse o cigarro; ela tornou a se recostar no travesseiro, alargando as narinas enquanto enchia os pulmões de fumaça.
Ela fumou em silêncio por algum tempo, e eu me ocupei de recolher as cinzas, sem querer ir embora, para que ela não caísse no sono e botasse fogo na cama – estava claramente exausta e relaxando mais a cada instante.
O cheiro pungente e inebriante da fumaça me trouxe lembranças instantâneas, porém fragmentadas. Vários dos estudantes de medicina mais jovens fumavam aos fins de semana e chegavam ao hospital com as roupas fedidas. Algumas pessoas levadas à emergência exalavam aquele cheiro. Vez ou outra eu sentia um leve traço em Brianna… mas nunca investiguei.
Eu nunca havia experimentado, mas estava achando a fragrância da fumaça muito relaxante. Relaxante até demais, então fui me sentar junto à janela e abri uma fresta para o ar fresco entrar.”

No mesmo momento da série, podemos ver Claire tendo um gatilho ao falar da realeza, se lembrando do que se passou com ela em Paris. Isso ocorre no livro também, justamente durante o evento de Flora, que aqui é realizado em River Run. No entanto, Claire tem Jamie ao seu lado, que a ajuda a navegar pelo trauma.

Vamos de trecho com a cena completa desse episódio da Claire como foi no livro. Vale o aviso que pode ter gatilhos nas lembranças de Claire.

“O que estava causando essa onda de sentimento era a vinda de Flora, claro. Que estranho para ela, pensei, com uma pontada de empatia, e pela primeira vez me perguntei o que eu própria poderia lhe dizer.
Eu já tinha encontrado pessoas famosas, a começar pelo formoso príncipe. Mas sempre as havia encontrado quando elas, assim como eu, estavam no meio de suas vidas normais, antes de terem passado pelos acontecimentos fundamentais que as tornariam famosas, sendo, portanto, apenas pessoas comuns. Com exceção de Luís… mas, enfim, ele era rei. Existem regras de etiqueta para se lidar com reis, já que afinal de contas ninguém jamais os aborda como pessoas normais. Nem mesmo quando…
Abri meu leque com um estalo e senti o sangue acorrer às faces e ao corpo todo. Inspirei profundamente, tentando não abanar o leque do mesmo jeito frenético de Rachel, embora quisesse fazê-lo.
Em todos os anos desde que aquilo acontecera, eu não havia recordado sequer uma vez de modo específico aqueles dois ou três minutos de intimidade física com Luís da França. Não de forma deliberada, Deus bem sabia, e tampouco por acidente.
De repente, porém, a lembrança havia me tocado da mesma forma repentina que a mão de alguém saído de uma multidão para agarrar meu braço. Agarrar meu braço, levantar minha saia e me penetrar de um modo bem mais chocante e intrusivo do que havia sido a experiência em si.
O ar à minha volta estava tomado pelo aroma de rosas, e escutei o rangido da armação do vestido quando o peso de Luís se apoiou nela e ouvi seu suspiro de prazer. O cômodo estava escuro, iluminado por uma única vela. Esta tremeluziu na periferia do meu campo de visão, então foi obscurecida pelo homem entre as minhas…
– Meu Deus, Claire! Você está bem?
Eu não chegara a cair, graças a Deus. Havia me desequilibrado para trás até encostar na parede do mausoléu de Hector Cameron, e Jamie, ao me ver despencar, tinha dado um salto para me segurar.
– Solte – falei, ofegante, mas num tom imperativo. – Me solte!
Ele ouviu o viés de terror na minha voz e soltou um pouco, mas não conseguiu se obrigar a soltar por completo, temendo que eu caísse. Com a energia do puro pânico, endireitei as costas e me desvencilhei dele.
Continuava sentindo cheiro de rosas. Não o cheiro forte de óleo de rosas: cheiro de rosas frescas. Então voltei a mim e me dei conta de que estava em pé junto a um imenso arbusto de rosas-silvestres amarelas, treinado para subir pelo mármore branco do mausoléu.
Saber que as rosas eram reais me reconfortou, mas continuei com a sensação de estar na beira de um imenso abismo, sozinha, separada de qualquer outra alma no Universo. Jamie estava perto o suficiente para eu poder tocá-lo, mas era como se estivesse a uma distância imensurável.
Ele então me tocou e disse meu nome, de modo insistente, e do mesmo modo repentino que havia se aberto a distância entre nós se fechou. Quase caí nos seus braços.
– O que foi, a nighean? – sussurrou ele, segurando-me junto ao peito. – O que assustou você?
O coração dele também batia forte sob meu ouvido. Eu o deixara com medo também.
– Nada – falei, e uma onda avassaladora de alívio me submergiu quando percebi estar segura no presente. Luís tinha retornado às sombras, outra vez uma lembrança desagradável, mas inofensiva.
A sensação estonteante de violação, perda, tristeza e isolamento havia recuado, e já não passava de uma sombra em meus pensamentos. Melhor de tudo, Jamie estava presente: sólido, físico, recendendo a suor, uísque e cavalos… e presente. Eu não o perdera.
Outras pessoas se aglomeravam em volta, curiosas e solícitas. Rachel me abanava com energia, e a brisa de seu leque me acalmou. Eu estava ensopada de suor, com finas mechas de cabelo grudadas no pescoço molhado.
– Eu estou bem – murmurei, repentinamente encabulada. – Só fiquei um pouco tonta… que calor…
Um coro de ofertas para buscar vinho, um copo de creme batido com vinho, limonada com conhaque ou uma pena queimada foi superado quando Jamie tirou do sporran uma garrafinha de uísque. Era o uísque de três anos, dos tonéis de cerejeira, e tive um temor ao sentir seu cheiro e me lembrar da noite em que ficáramos bêbados juntos depois de ele me resgatar de Hodgepile e seus homens. Meu Deus, será que eu estava prestes a ser atirada de novo naquele buraco?
Mas não. O uísque foi apenas quente e consolador, e logo no primeiro gole eu me senti mais disposta.
Um flashback. Já tinha ouvido colegas falarem a respeito e discutirem se era o mesmo fenômeno que o trauma de guerra e, caso fosse, se existia mesmo ou se deveria ser descartado como simples “nervosismo”.
Estremeci por um instante e tomei outro gole. Aquilo com certeza existia. Eu estava me sentindo bem melhor, mas fora abalada até o âmago, e meus ossos ainda pareciam liquefeitos. Além dos débeis ecos da experiência em si, havia outro pensamento bem mais perturbador. Aquilo já tinha acontecido antes uma vez, quando Ute McGillivray me atacara. Haveria a probabilidade de acontecer de novo?
– Quer que eu a carregue até lá dentro, Sassenach? Talvez você devesse deitar um pouco.
Jamie havia enxotado as pessoas preocupadas, mandado um escravo buscar um banquinho para mim, e agora estava em pé ao meu lado feito uma abelha aflita.
– Não, eu agora estou bem – garanti a ele. – Jamie…
– Sim, menina?
– Você… Quando você… Por acaso você…
Inspirei fundo, tomei outro gole de uísque e tornei a tentar.
– Às vezes eu acordo no meio da noite e vejo você… se debatendo… e fico pensando que é por causa de Jack Randall. É um sonho que você tem?
Ele passou alguns instantes a me encarar com o rosto desprovido de expressão, mas seus olhos se moviam, perturbados. Olhou para um lado e para o outro, mas estávamos sozinhos agora.
– Por quê? – indagou em voz baixa.
– Eu preciso saber.
Ele inspirou, engoliu saliva e aquiesceu.
– É. Às vezes são sonhos. E… tudo bem. Eu acordo e sei onde estou, faço uma prece e… fica tudo bem. Mas de vez em quando… – Ele fechou os olhos por alguns instantes, então tornou a abri-los. – Eu estou acordado. Mas apesar disso estou lá, com Jack Randall.
– Ah. – Dei um suspiro, sentindo ao mesmo tempo uma terrível tristeza por ele e uma espécie de reconforto. – Então eu não estou ficando louca.
– Você acha? – retrucou ele, seco. – Bem, fico feliz em ouvir isso, Sassenach.
Ele estava bem perto, com o pano do kilt roçando meu braço, para que eu pudesse me apoiar nele caso de repente ficasse tonta outra vez. Olhou para mim com atenção, para se certificar de que eu não iria cair, então tocou meu ombro, disse um curto “fique sentada” e saiu.
Não foi muito longe, só até as mesas arrumadas sob as árvores na borda do gramado. Ignorando os escravos que arrumavam a comida para o churrasco, inclinou-se por cima de uma travessa de lagostins aferventados e pegou algo dentro de uma tigelinha minúscula. Então voltou e se abaixou para segurar minha mão. Esfregou os dedos um no outro, e uma pitada de sal salpicou minha palma aberta.
– Tome – sussurrou. – Fique com isso, Sassenach. Quem quer que seja, ele não vai tornar a perturbá-la.
Fechei a mão sobre os grãos úmidos, sentindo-me absurdamente reconfortada. Só alguém das Terras Altas para saber exatamente o que fazer num caso de assombração diurna! Diziam que o sal mantinha o fantasma no túmulo. E se Luís ainda estava vivo, o outro homem, fosse quem fosse, aquele peso sobre mim no escuro, com certeza estava morto.”

Outros pontos do episódio merecem destaque, como Roger e Brianna se acertando, com ele entendo que ajudar sem olhar a quem podia ter um custo pra família, pela simples ótica da situação. Isso foi algo que gostei de nosso historiador. Bree grávida!! (Mandy vem aí!!). Outro ponto que merece destaque foi a Lizzie, essa crise de malária era esperada por nós leitores, então estamos ansiosos pelos próximos capítulos dessa história. Tivemos ainda menina Malva(dona) colocando as manguinhas de fora e mostrando a que veio! No livro, toda a história da Malva é contata pelos olhos de outros, então nos questionamos até onde a culpa era dela, até onde ela é uma vítima de circunstâncias. Estou curiosa para ver o rumo da série. Por fim, mas não menos importante: Wendigo Donner. Nosso índio do futuro está vivo e deu as caras! O que será que ele vai aprontar nessa temporada, hein!?

Entramos oficialmente na reta final da série, com a apenas três episódios restantes. Pensar nisso bate uma tristeza, mas ao mesmo tempo está tudo tão bom que a gente só quer que o próximo episódio chegue logo. E você Sasse, o que achou do episódio? Curtiu toda adaptação assim como eu? Comente! 😉

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